A herança Calvinista do Dispensacionalismo.
Definições
Antes de prosseguirmos, preciso estabelecer definições funcionais do que quero dizer com calvinismo e dispensacionalismo. Em primeiro lugar, ao mencionar calvinismo me refiro, principalmente, ao sistema teológico relacionado à doutrina da graça ou calvinismo soteriológico. Incluem-se nessa categoria o calvinismo estrito e o modificado (i.e, o calvinismo de cinco pontos e o de quatro pontos, respectivamente). Refiro-me àquele aspecto do calvinismo que trata da natureza decaída do ser humano e da graça eletiva de Deus.Em segundo lugar, ao mencionar dispensacionalismo, faço alusão ao sistema teológico desenvolvido por J. N. Darby que deu origem à sua moderna ênfase na interpretação literal coerente; na distinção entre o plano de Deus para Israel e o Seu plano para a Igreja; normalmente, no Arrebatamento pré-tribulacional da Igreja antes da septuagésima semana de Daniel; no pré-milenismo; e na multiforme proeminência da glória de Deus como o propósito final da história. Nisso se incluem alguns que, tendo adotado tal sistema, talvez parem, de repente, de crer no pré-tribulacionismo. O foco da atenção deste artigo é o pré-milenismo dispensacionalista.
A lógica teológica
Em concordância com o ímpeto calvinista de olhar teocentricamente a história, creio que o pré-milenismo dispensacional propõe o mais lógico final escatológico dos decretos soberanos de Deus quanto à salvação e à história. Visto que os pré-milenistas dispensacionais consideram as promessas divinas, tanto a da eleição de Israel quanto a da eleição da Igreja, como incondicionais e certas no seu futuro cumprimento, tal convicção é lógica e coerente com a Bíblia. Um teólogo aliancista diria que a eleição de Israel era condicional e temporária. Muitos calvinistas são teólogos aliancistas que acreditam na incondicionalidade e irrevogabilidade da eleição dentro da Igreja. Estes entendem que o plano divino para Israel está condicionado à escolha humana, ao passo que o plano de Deus para a salvação no âmbito da Igreja é, em última análise, um ato soberano dEle. Não há simetria em tal lógica. Enquanto isso, os pré-milenistas dispensacionais entendem ambos os atos como uma expressão soberana do plano divino na história, que vem a ser uma aplicação coerentemente lógica da vontade soberana de Deus nas questões humanas.Samuel H. Kellogg, pastor, missionário e educador presbiteriano, escreveu sobre a lógica entre o calvinismo e o “pré-milenismo futurista moderno”, que em sua época (1888) era essencialmente dispensacional. “Porém, em geral”, comenta Kellogg, “pode-se dizer acertadamente que as relações lógicas do pré-milenismo o aproximam mais intimamente do sistema agostiniano do que de qualquer outro sistema teológico”.[1] Sua utilização do termo “agostiniano” é uma nomenclatura mais antiga para o termo “calvinista”. Kellog salienta as diversas áreas nas quais o calvinismo e o pré-milenismo são teologicamente unânimes. “O pré-milenismo pressupõe uma antropologia fundamentalmente agostiniana. O calvinismo comum declara a completa impotência do indivíduo quanto à sua auto-regeneração e auto-redenção”.[2] Ele prossegue: “é evidente que as pressuposições antropológicas, nas quais o pré-milenismo parece se basear, devem trazer consigo uma soteriologia semelhante”.[3] Kellogg fundamenta que “a afinidade agostiniana da escatologia pré-milenista fica mais evidente. Não há nada mais acentuado do que a constante insistência dos pré-milenistas de que [...] a atual dispensação é estritamente eletiva”.4 “Em suma”, conclui Kellogg, “podemos dizer que aquilo que os pré-milenistas simplesmente afirmam ser o macrocosmo, os agostinianos em geral declaram ser o microcosmo”.[5]
Isso não quer dizer que dispensacionalismo e calvinismo são sinônimos. Eu simplesmente argumento que o dispensacionalismo é compatível com certos elementos do calvinismo, o que proporciona uma resposta parcial para a questão do dispensacionalismo ter se originado do útero reformado. C. Norman afirma:
Há, por certo, importantes elementos calvinistas do século XVII no dispensacionalismo moderno, mas estes elementos foram combinados com ênfases doutrinárias provenientes de outras fontes, a fim de formar um sistema diferente que, em muitos aspectos, é completamente estranho ao calvinismo clássico.[6]Apesar disso, o dispensacionalismo de fato se desenvolveu dentro da comunidade reformada e, durante seus primeiros 100 anos, a maioria dos adeptos vinha de um ambiente calvinista. Kraus chega à seguinte conclusão: “Levando tudo isso em conta, ainda é preciso assinalar-se que as afinidades teológicas básicas do dispensacionalismo são calvinistas. A esmagadora maioria de homens envolvidos nos movimentos de conferências bíblicas e proféticas endossava declarações de fé calvinistas”.[7]
Darby e o Movimento dos Irmãos
O dispensacionalismo sistemático moderno desenvolveu-se nos idos
de 1830 por J. N. Darby e aqueles que faziam parte do Movimento dos
Irmãos.Qual era a posição de Darby nessa questão? John Goddard comenta que Darby “cria na predestinação de indivíduos e rejeitava o esquema arminiano de que Deus não predestinou aqueles que de antemão sabia que se conformariam à imagem de Cristo”.[10] Em sua “Letter on Free-Will” (i.e., “Carta Sobre o Livre-Arbítrio”), Darby deixa claro que rejeita esse conceito. “Se Cristo veio salvar o perdido, o livre-arbítrio não tem mais razão de ser”.[11] “Creio que devamos nos apegar à palavra”, prossegue Darby, “mas, filosófica e moralmente falando, o livre-arbítrio é uma teoria falsa e absurda. Livre-arbítrio é um estado de pecado”.[12] Em virtude de crer na escravidão do pecado, Darby, logicamente, manteve sua crença na graça soberana como condição para a salvação:
O desdobramento desse princípio da graça soberana é tal que sem ele ninguém seria salvo, pois não há quem entenda, não há quem busque a Deus, nenhuma pessoa que, por seus próprios esforços, consiga um dia ter vida. O julgamento baseia-se nas obras; a salvação e a glória são fruto da graça”.[13]Outra evidência do calvinismo de Darby é que ele, pelo menos em duas ocasiões, foi convidado por calvinistas não-dispensacionalistas para representá-los na defesa do calvinismo. Um dos biógrafos de Darby, W. G. Turner, registrou a sua defesa no debate ocorrido na Universidade de Oxford:
Foi numa data mais remota (acredito que em 1831) que F. W. Newman convidou o Sr. Darby para ir a Oxford: um momento memorável por sua refutação pública dos argumentos levantados pelo Dr. E. Burton que rejeitavam as doutrinas da graça defendidas pelos reformadores e sustentadas não somente por Bucer, P. Mártir e pelo bispo Jewell, mas também pelos artigos IX-XVIII da Igreja Anglicana.[14]Noutra ocasião, Darby foi convidado para ir à cidade de Calvino, Genebra, na Suíça, a fim de fazer uma defesa do calvinismo. Turner declara que “ele refutou o ‘perfeccionismo’ de John Wesley, para alegria da Igreja Livre da Suíça”.[15] Darby foi condecorado pelos líderes de Genebra com a medalha de honra ao mérito.[16]
E ainda, quando algumas doutrinas reformadas foram criticadas dentro da igreja a que outrora servira, “Darby assinalou sua aprovação do artigo XVII”, que trata da eleição e predestinação, “incluso nos trinta e nove artigos da declaração doutrinária da Igreja Anglicana”.[17] Darby afirmou:
De minha parte, em sã consciência, reputo como sábio o artigo XVII. Talvez possa dizer que se trata da mais sábia e condensada declaração humana, que eu conheça, sobre o conteúdo em questão. Estou plenamente satisfeito em interpretá-lo em seu sentido literal e gramatical. Creio que a predestinação para a vida é o propósito eterno de Deus, por meio do qual, antes que os fundamentos do mundo fossem estabelecidos, Ele decretou firmemente salvar dentre a raça humana aqueles que escolhera em Cristo, pelo Seu conselho que nos é secreto, e apresentá-los, por intermédio de Cristo, como vasos de honra, para a eterna salvação.[18]
Scofield, Chafer e o Seminário Teológico de Dallas
A Bíblia de Scofield com Referências é considerada por
muitos como a ferramenta mais eficaz na disseminação do
dispensacionalismo nos Estados Unidos. Foto: C. I. Scofield.Scofield foi a maior influência no desenvolvimento teológico de Chafer. John Hannah menciona que “é impossível entender Chafer sem que se perceba a profunda influência de Scofield”.[21] Na realidade, “Chafer sempre comparava esse relacionamento ao de pai e filho”.[22] Tal relacionamento originou-se do aprendizado de Chafer sob a tutela de Scofield na Conferência de Northfield e da transformação de vida incentivada pelos estudos de Scofield à frente da Primeira Igreja Congregacional de Dallas nos primórdios de 1900. Scofield disse a Chafer que seus dons relacionavam-se mais com a área de ensino do que com a de evangelismo na qual este tinha atuado. Em seguida, “os dois oraram juntos e Chafer dedicou a sua vida inteira ao estudo e ao ensino da Bíblia”.[23]
Scofield e Chafer foram dois dos maiores dispensacionalistas americanos e ambos desenvolveram sua teologia a partir de um contexto reformado. Scofield é conhecido por sua Bíblia de Estudo e Chafer pela publicação de sua Teologia Sistemática e pelo Seminário Teológico de Dallas. Jeffrey Richards descreve as características teológicas de Chafer mencionando que “têm muito em comum com toda a tradição reformada. Com exceção da escatologia, Chafer é teologicamente parecido com os expoentes da teologia de Princeton, tais como Warfield, Hodge e Machen. Reconhecia, de modo semelhante, doutrinas como, por exemplo, a soberania de Deus [...] a depravação total da humanidade, a eleição, a graça irresistível e a perseverança dos santos”.[24] C. Fred Lincoln descreve a obra de Chafer intitulada Systematic Theology (Teologia Sistemática – publicada em português pela Editora Hagnos. N.T.), como “completa, calvinista, pré-milenista e dispensacionalista”.[25]
Desde a sua fundação em 1924 com o nome The Evangelical Theological College (mudado em 1936 para Dallas Theological Seminary), o Seminário de Dallas causou um impacto de proporções globais a favor do dispensacionalismo. Seu principal fundador foi Chafer. Entretanto, William Pettingil e W. H. Griffith-Thomas também desempenharam um papel importante na sua fundação. Pettingil, à semelhança de Chafer, era presbiteriano. Griffith-Thomas, um anglicano, escreveu um dos melhores comentários sobre Os Trinta e Nove Artigos (de Fé) da Igreja Anglicana,[26] que até hoje são largamente utilizados por anglicanos e episcopais conservadores. Os Trinta e Nove Artigos são fortemente calvinistas. Esses dois homens eram claramente calvinistas. O Seminário de Dallas, especialmente antes da Segunda Guerra Mundial, se considerava calvinista. Certa feita, num folheto de propaganda, Chafer caracterizou a escola como “plenamente de acordo com a fé reformada e sua teologia é estritamente calvinista”.[27] Numa carta escrita a Allan MacRae, do Seminário Teológico de Westminster, Chafer declarou: “Você provavelmente sabe que somos calvinistas declarados em nossa teologia”.[28] “Em 1925, quando se referia ao corpo docente do Seminário, Chafer fez uma observação de que quase todos eram procedentes de igrejas presbiterianas das regiões Sul e Norte do país”.[29] Além disso, escrevendo a um pastor presbiteriano, Chafer afirmou: “Eu me alegro em afirmar que não existe instituição, que eu saiba, mais calvinista como um todo, nem mais ajustada, por inteiro, a esse sistema de doutrina, defendido pela Igreja Presbiteriana”.[30]
Visto que muitos dos primeiros formandos de Dallas ingressaram no ministério presbiteriano, iniciou-se uma reação ao seu pré-milenismo dispensacionalista nos idos de 1930. Não era uma questão de serem ou não calvinistas na sua soteriologia, mas uma questão referente à sua escatologia. No final da década de 1930, “o Seminário Teológico de Dallas, embora professasse firmemente ser uma instituição presbiteriana, foi deixado fora do movimento conservador presbiteriano dissidente”.[31] Em 1944, os presbiterianos do Sul dos EUA emitiram o relatório de um comitê de investigação da compatibilidade do dispensacionalismo com a Confissão de Fé de Westminster. O comitê decretou que o dispensacionalismo não se harmonizava com a confissão de fé da igreja. Esse “relatório de 1944 foi o golpe que acabou com todas as espectativas futuras do pré-milenismo dispensacionalista dentro do presbiterianismo do Sul do país”.[32] Essa deliberação fez com que muitos ex-alunos do Seminário de Dallas deixassem seus ministérios em denominações de fé reformada e ingressassem no movimento de Igrejas Bíblicas independentes.
Um aumento na aceitação do dispensacionalismo
Ainda que o dispensacionalismo tenha tido, já na década de 1880, uma modesta penetração entre os batistas, através de representantes como, por exemplo, J. R. Graves,[33] um calvinista convicto, estes foram repelidos pelos não-calvinistas até meados da década de 1920, quando elementos da teologia dispensacionalista começaram a ser adotados por alguns pentecostais numa tentativa de rebater a crescente ameaça do liberalismo. Kraus explica:Alguns professores declararam explicitamente que o pré-milenismo era um escudo de defesa contra a teologia racionalista. Assim, não é de se admirar a descoberta de que rudimentos teológicos normativos do dispensacionalismo tenham concorrido diretamente contra a ênfase da “Nova Teologia” em desenvolvimento.[34]Até esse ponto na história, aqueles que eram de tradição arminiana e wesleyana estavam mais interessados nas questões relativas à santificação pessoal no presente, do que à atenção calvinista em explicar a obra soberana de Deus no decurso da história. Contudo, o surgimento da controvérsia fundamentalista-liberal na década de 1920 despertou um interesse pela defesa da Bíblia contra os ataques anti-sobrenaturalistas dos críticos liberais, que ultrapassava o âmbito do calvinismo. O dispensacionalismo foi visto como uma resposta bíblica e conservadora ao liberalismo, não apenas no meio fundamentalista, mas também, e cada vez mais, entre os pentecostais e outros grupos. Timothy Weber faz a seguinte observação:
Em tempo, o dispensacionalismo também teve seus adeptos dentro da tradição wesleyana. Outros grupos radicais da denominação Holiness repercutiram as predições dispensacionalistas de declínio da ortodoxia e da consagração nas igrejas; e os pentecostais descobriram no dispensacionalismo uma ocasião para o derramamento do Espírito num dia de “chuva serôdia” antes da Segunda Vinda.[35]
O desenvolvimento do dispensacionalismo no pós-guerra
Os movimentos fundamentalista/evangélico e pentecostal/carismático se alastraram rapidamente pelos Estados Unidos depois da Segunda Guerra Mundial e o dispensacionalismo, por estar relacionado com tais movimentos, também cresceu rapidamente. Muitas pessoas nascidas durante o “baby-boom” do pós-guerra cresceram no ambiente de igrejas pentecostais e carismáticas tendo o dispensacionalismo e o Arrebatamento pré-tribulacional como parte de sua estrutura doutrinária. Portanto, nem lhes passava pela cabeça que o dispensacionalismo não era inerente às características específicas de sua teologia da restauração. Além disso, quando o fundamentalismo não-calvinista se expandiu depois da Segunda Guerra, especialmente nos círculos batistas independentes, houve uma ruptura ainda maior dos distintivos dispensacionalistas em relação às suas raízes calvinistas.De outro lado, o expurgo do dispensacionalismo por parte do cristianismo reformado, iniciado no final da década de 1930, foi plenamente concluído. Um exemplo típico dessa polarização verifica-se em livros como Wrongly Dividing The Word Of Truth: A Critique of Dispensationalism (“Manejando Mal a Palavra da Verdade: Uma Crítica ao Dispensacionalismo”) de John Gerstner.[36] Enquanto, por um lado, admite que “o estranho no dispensacionalismo é que parece ter tido seus mais fortes defensores em igrejas calvinistas”,[37] Gerstner se opõe tão fortemente ao dispensacionalismo que se tornou cego para perceber a verdadeira natureza calvinista de tal teologia teocêntrica. Gerstner alega que ele e outros teólogos reformados levantaram “um forte questionamento sobre o dispensacionalismo e suas reivindicações calvinistas”.[38] Parece que pelo fato de o dispensacionalismo ter se originado numa tradição reformada, como um rival da teologia aliancista, alguns querem dizer que não pode logicamente ser calvinista. Esse é o argumento de Gerstner. Entretanto, apesar do seu sofisma nessa questão,[39] Gerstner não pode anular o fato histórico de que o dispensacionalismo foi gerado em meio à mentalidade bíblica de uma teologia nitidamente teocêntrica, por aqueles que defendiam firmemente o calvinismo soteriológico. A provável razão pela qual a comunidade reformada tomou a dianteira na crítica da teologia dispensacionalista se encontra no fato de que o dispensacionalismo nasceu num contexto reformado.
Conclusão
O dispensacionalismo é mais bem entendido como um sistema teológico
que compreende Deus como o Soberano Governante dos céus e da terra e a
história como uma lição na concretização da glória de Deus exibida tanto
no céu quanto na terra.O dispensacionalismo é mais bem entendido como um sistema teológico que compreende Deus como o Soberano Governante dos céus e da terra; o homem como um vice-regente rebelde (junto com alguns anjos); Jesus Cristo como o Herói da história que salva algumas pessoas por Sua Graça; a história como uma lição na concretização da glória de Deus exibida tanto no céu quanto na terra. O dispensacionalismo é uma teologia que, segundo creio, procede exatamente do estudo bíblico e que reconhece Deus como Deus. (Thomas Ice - http://www.chamada.com.br)
Notas:
- Samuel H. Kellog, “Premillennialism: Its relations to Doctrine and Practice”, publicado em Bibliotheca Sacra, V. XLV, 1888, p. 253.
- Kellogg, “Premillennialism”, p. 254.
- Kellogg, “Premillennialism”, p. 257.
- Kellogg, “Premillennialism”, pp. 258-9.
- Kellogg, “Premillennialism”, p. 256.
- C. Norman Kraus, Dispensationalism in América: Its Rise and Development, Richmond: John Knox Press, 1958, p. 59.
- Kraus, Dispensationalism, p. 59.
- Harold H. Rowdon, Who are the Brethren and Does it Matter? Exeter, England: The Paternoster Press, 1986, p. 35.
- George Bellet, Memoir of the Rev. George Bellet, Londres: J. Masters, 1989, p. 41-2, citado em John Nelson Darby de Max S. Weremchuk, Neptune, NJ: Loizeaux Brothers, 1992, p. 237, f. n. 25.
- John Howard Goddard, “The Contribution of John Nelson Darby to Soteriology, Eclesiology, and Eschatology” (Dissertação de doutorado no Dallas Theological Seminary, 1948), p. 85.
- J. N. Darby, “Letter on Free-Will”, publicado em The Collected Writings of J. N. Darby, Winschoten, Holanda: H. L. Heijkoop, 1971, V. 10, p. 185.
- Ibid., p. 186.
- J. N. Darby, “Notes on Romans”, publicado em The Collected Writings of J. N. Darby, Winschoten, Holanda: H. L. Heijkoop, 1971, V. 26, pp. 107-8.
- W. G. Turner, John Nelson Darby: A Biography, Londres: C. A. Hammond, 1926, p. 45.
- Ibid., p. 58.
- Rowdon, Who Are The Brethren, pp. 205-7.
- Goddard, “The Contribution of Darby”, p. 86.
- J. N. Darby, “The Doctrine of the Church of England at the Time of the Reformation”, publicado em The Collected Wrintings of J. N. Darby, Winschoten, Holanda: H. L. Heijkoop, 1971, V. 3, p. 3 (A expressão em itálico é original).
- Larry V. Crutchfield, The Origens of Dispensationalism: The Darby Factor, Lanham, MD: University Press of America, 1992, Prefácio.
- Dictionary of Christianity in America, organizado por Daniel Reid, Downers Grove, IL: InterVarsity Press, 1990, pp. 1057-8.
- John David Hannah, “The Social and Intellectual History of the Origins of the Evangelical Theological College” (Dissertação de doutorado na Universidade do Texas em Dallas, 1988, pp. 118-9.
- Jeffrey J. Richards, The Promise of Dawn: The Eschatology of Lewis Sperry Chafer, Lanham, MD: University Press of America, 1991, p. 23.
- Ibid.
- Ibid., p. 3.
- C. F. Lincoln, “Biographical Sketch of the Author”, publicado em Systematic Theology de Lewis Sperry Chafer, Dallas: Dallas Seminary Press, 1948, V. VIII, p. 6.
- W. H. Griffith Thomas, The Principles of Theology: An Introduction to the Thirty-nine Articles, Grand Rapids: Baker Book House, 1979 [1930].
- Citado em “Origins of the Evangelical Theological College”, de Hannah, p. 199-200.
- Citado em Ibid., p. 200.
- Citado em Ibid., p. 346.
- Citado em Ibid., p. 346, f. n. 323.
- Ibid., pp. 357-8.
- Ibid., p. 364.
- Veja em The Work of Christ Consummated in 7 Dispensations, de J. R. Graves, Memphis: Baptist Book House, 1883.
- Kraus, Dispensationalism, p. 61
- Weber, “Premillennialism”, p. 15.
- John H. Gerstner, Wrongly Dividing the Word of Truth: A Critique of Dispensationalism, Brentwood, TN: Wolgemuth & Hyatt Publishers, 1991.
- Ibid., p. 106.
- Ibid.
- Ibid., pp. 105-47.
Extraído do livro Entendendo o Dispensacionalismo
Quem
tem uma perspectiva divina do passado, do presente e do futuro é capaz
de saber o que Deus espera dele em todos os aspectos da vida. Compre aqui »Fonte: http://www.chamada.com.br/mensagens/calvinismo_dispensacionalismo.html


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